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Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008

La Kumbia Samuray!

Não tenho palavras pra descrever quão sensacional, absurdo e bizarro isso é. Vejam com seus próprios olhos e ouvidos e acompanhem a letra abaixo :D



Sabrá tu novio que escuchamos Megadeth?
Que te pones las tachas por la noche?
Sabrá tu novio que escuchamos Megadeth?
Y que vibrás cuando escuchas alguna distorsión?

Pero hay algo que vos no sabés
que escuchamos cuarteto y chamamé
y tambien escuchamos a Van Halen
Los dos nos cansamos del arroz
pero vos no sabés lo que es comer arroz

Que es mentira lo de Byörk y lo de Beck
ay, matemos al maldito Dee-Jay
El me mira diciendo que yo le afané
pero nunca sabrá lo de Megadeth

Megadeth, Megadeth, Megadeth
Megadeth, Megadeth, Megadeth

Sabrá tu novio que escuchamos Megadeth?
Y que tienes un tatuaje de Ozzy?
Sabrá tu novio que escuchamos Megadeth?
Y que sos super amiga de los Simbiosis?

Pero hay algo que vos no sabés
que le escuchamos cumbia y chamamé
como toca la guitarra Steve Vai
Los dos nos cansamos del arroz
pero vos no sabés lo que es comer arroz
que es mentira lo de Byörk y lo de Beck

Megadeth, Megadeth, Megadeth,
Megadeth, Megadeth, Megadeth.

Megadeth te vinimos a ver
te llevamos en el corazón
te queremos ver campeón

Sexta-feira, 7 de Dezembro de 2007

Donnie Darko Quote of the Year

Dr. Lilian Thurman: Do you feel alone right now?
Donnie: Oh, I dunno. I mean I'd like to believe I'm not but I just... I've just never seen any proof so I... I just don't debate it anymore, you know? It's like I could spend my whole life debating it over and over again, weighing the pros and cons and in the end I still wouldn't have any proof so I just... I just don't debate it anymore. It's absurd.
Dr. Lilian Thurman: The search for God is absurd?
Donnie: It is if everyone dies alone.

ΠΡΟΜΗΘΕΥΣ ΔΕΣΜΩΤΗΣ

Quando o ambiente reflete o que acontece no miolo , é hora de dar um tempo. Sabe-se lá quanto.

Domingo, 25 de Novembro de 2007

Pecado Digital

O pessoal do Blackle vai me queimar vivo. Mas viva o novo layout temporário do blog.

Ao lado, um espaçonave de alegria de links, widgets e até um button da única religião que presta (salve, Monstro Voador de Espaguete!). Me perdoem pelo
portfólio e pelo link da Molotov estarem ainda com conteúdo desatualizado (ou inexistente), mas as coisas acontecem no seu próprio tempo, que pode ser um pouco mais veloz que uma tartaruga manca. Ou não.

Com o tempo, melhoro as coisas por aqui também.

Um beijo no coração pâncreas!

Sexta-feira, 16 de Novembro de 2007

I Don't Stand a Ghost of a Chance With You

Feriado serve pra curar ressaca, levantar da cama com aquela sensação que o cérebro está fora da caixa, acompanhada de um enjôo que briga com a fome que não ousa ser saciada. Sem passar mal, sem vômito.

Feriado chuvoso serviria para ficar em casa com alguém, vendo um bom filme debaixo do edredom, conversando besteiras e fazendo sacanagens, e vice versa. Mas não há ninguém e o dia passa vazio, sem amigos (porque estão todos debaixo das cobertas, por aí) e sem vontade de ver o tal filme sozinho. E assim, sorrateiramente, chega a noite.

Antes do relógio zerar, corro na portaria e pego uma encomenda que chegou uns dias antes e ficou lá na caixa de correio esquecida. E não deveria, apesar de que parece que eu guardei a leitura pro momento certo.

Não vou perder tempo contanto a trama do livro, já que é uma história tão curta (e tão intensa em todas as suas 37 páginas), que qualquer coisa que eu diga pode estragar a experiência um pouquinho. Sim, porque Luiz Biajoni explicita no subtítulo que seu Virgínia Berlim se trata de "uma experiência". Tampouco vou gastar linhas fazendo uma crítica toda complexa metida a intelectual. Porque não cabe a mim resenhar um sentimento que todos nós já tivemos, uns com mais ou menos intensidade, outros com mais ou menos freqüencia.

Não sei se ainda tem pra vender (comprei correndo quando avisaram que já estava quase esgotado, pelo menos a primeira edição), mas siga o link e seja feliz. Tá achando caro? Eu te digo que não é. E que vale cada centavo. Junto com o livro, acompanha um cd que serviu como companhia perfeita pra leitura. Lembra que é uma experiência? Tenha ela por completo: sirva um vinho, coloque o disco e abra o livro numa noite quente. Qualquer que seja o seu nome e esteja onde você estiver.

Terça-feira, 6 de Novembro de 2007

Pequenos Momentos Durante a Tempestade



É pra esse tipo de coisa que vale a pena viver.
Arigatou, Kazuo-san. Arigatou, Goseki-san.

Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007

Citações S/A

Interior do escritório. Dia

Ludmilla
Ah Pedro, tinha preparado o Bruno (nota: namorado dela) para
te conhecer no aniversário, avisei que você é meio caladão mesmo,
pra ele não achar que é pessoal.


Pedro
Assim é bom, senão passo, como de costume, a
impressão de ser mal educado e antipático.


Ludmilla

Pois é. Mas ele comentou que nada,
que você estava super falante e tudo mais.


Pedro

Sei lá o que aconteceu, baixou um Exú simpático em mim.

Ludmilla
É, tava todo dadinho.

Pedro
Dadinho é o caralho, o meu nome é Zé Pequeno.

Da série Campanhas Hilárias

Em Outubro, somente nos cinemas.

"Publicitário, o senhor é um FANFARRÃO!"

Terça-feira, 9 de Outubro de 2007

Mondo Bizarro

Eu juro que estava com um feeling de que não deveria sair pra almoçar, era uma coisa de sexto-sentido. Como também não tinha vontade de comer um prato de comida (salada no Café Camarote), resolvi me aventurar em três salgados integrais no Mundo Verde. Mas alguém abriu as portas do hospício e o caminho até o templo da saúde fast-food foi uma perigosa corrida de obstáculos, algo como o clássico The Running Man:

1) Logo no início da jornada, meu cadarço desamarrou. Quem me conhece, sabe que é normal (deve ter algo com a forma do meu pé ou meu jeito de pisar) e que eu SEMPRE sei que está desamarrado, mas não paro em qualquer lugar pra fazer isso (tipo atravessando a Av. Presidente Vargas ou em algum lugar onde eu não possa colocar o pé sobre um apoio, pra não pagar bundinha ou cofrinho). Mas tem uma raça de seres que acha que cadarço desamarrado é prenúncio do Apocalipse, catástrofe iminente ou um atentado à ordem mundial. Geralmente isso me deixa nervoso, porque não aguento gente mala constatando o óbvio - e porque eu NUNCA vi alguém cair por causa de cadarço desamarrado. Só que o maluquinho de hoje me seguiu por pelo menos uns 50 metros pela Rua da Carioca, com direito a "psius", "psssits", "Ei, cabeludo!", "ô de amarelo!", "amigôôoooooo!" e tudo mais. Eu sabia, óbvio, que era o cadarço - sempre é o bendito, e olha que esse do Nike é curtinho e não dá pra eu me acidentar nem mesmo se eu tentar. Mas nem dei trela; esse tipo de gente é perigosa demais. Especialmente porque parecem precisar muito ouvir um "obrigado".

2) Já 'são e salvo' dentro da lanchonete do Mundo Verde, fiz o meu pedido: três pastéis de forno (kani com alho, frango e champignon com palmito, caso você queira ficar com água na boca, haha). Paguei e desci pra loja em si, porque queria comprar uma barrinha de cereal. Escolhi a preferida e fui pra fila: duas funcionárias trabalhavam, a primeira atendia um rapaz e a segunda fechava o outro caixa. Tudo bem, não vai demorar, pensei. Ledo engano. A menina insistia que o cara pagasse em moedas e ele só faltou verificar na meia ou cueca pra ver se tinha mais algumas. E ao mesmo tempo, uma senhora (que estava atrás de mim, diga-se de passagem) queria comprar uma caixa de chá e tentou, toda maliciosa, furar a fila. Colocou uma nota de 5 reais sobre a caixinha e ficava empurrando-a na direção da atendente, fingindo ignorar totalmente minha existência. Quase falei "toma tenência, que você falhou no seu cheque de furtividade e eu tenho prontidão +3" ou "TIRA ESSE PRETO QUE TU É MULEQUE!", mas achei melhor não cutucar gente da Dimensão Doida de graça. Ah, claro, paguei antes porque também não sou otário.

3) Voltando pela Uruguaiana, um sujeito tenta violentamente perfurar minha bolha invisível erguendo a mão em direção a minha - (mal) intencionando cumprimento - e abrindo um sorriso. "Com todo o respeito ...", começou ele. Esquivei para o lado e nem virei pra ver a reação do folgado. Lição de casa para os leitores virgens em experiências no Mundo Bizarro: quem tenta apertar a sua mão na rua (e seja alguém que você nunca viu mais gordo, claro) é ou maluco ou safado, quando não é os dois. Evite com todas as suas forças, como um mogwai deveria evitar água ou comida após meia-noite.

4) O Universo, não satisfeito em já me deixar tenso (e com vontade de fugir da civilização), me coloca um maluco já perto do trabalho, chutando uma garrafa de água para frente enquanto seguia o seu caminho. O desocupado acerta no meu pé, fazendo a garrafa subir até a altura do peito. Não contente, ele resolve tentar o contato oral: "Dá-lhe, Ronaldinho!"

Será que acabou o estoque de gardenal nas farmácias?